- Switch aceita o transceptor normalmente:
- O transceptor funciona, e o link sobe (porta ativa);
- pode ocorrer com switches mais flexíveis ou com configuração para aceitar módulos “third-party” (de terceiros);
- alguns modelos da Ubiquiti, MikroTik ou switches configurados com no service-module restrict (Cisco).
- Switch detecta, mas gera alerta:
- O transceptor é reconhecido, mas o switch gera logs/avisos de que ele não é original, não certificado ou não compatível;
- o link pode ou não funcionar;
- riscos: possíveis falhas de suporte, instabilidade ou performance reduzida.
- Switch bloqueia o transceptor:
- O link não sobe; o módulo é rejeitado automaticamente;
- comum em equipamentos de marcas como Cisco, HP/Aruba, Huawei, Juniper etc., que exigem transceptores com firmware/codificação proprietária;
- mensagens de erro comuns: “unsupported transceiver”, “invalid optics”, “transceiver not recognized”.
- Possíveis consequências do uso de módulos não oficiais/compatíveis:
- Possível perda de garantia ou suporte técnico;
- incompatibilidade elétrica ou óptica, levando a falhas de porta ou rede;
- danos ao hardware (raro, mas possível se o módulo for de má qualidade);
- desempenho instável (ex: perda de pacotes, flapping de link).
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- Categoria: Conectividade opto-metálica
- Marcio Campanaro
A história do switch de rede sem GBIC compatível!
Quando você coloca um transceptor óptico (SFP, SFP+, QSFP etc.) falso, usado ou não compatível (codificado de forma errada) em um switch de rede, os efeitos variam conforme a marca do equipamento e o tipo de transceptor. Aqui estão os principais cenários: