A migração de redes de 40G para 100G se tornou essencial para data centers e empresas que enfrentam crescimento acelerado no tráfego de dados. Com aplicações como cloud computing, IA, IoT e virtualização exigindo cada vez mais capacidade, o 40G já apresenta limitações em ambientes modernos.
Entre os principais sinais de que é hora de migrar estão links operando acima de 70-80% da capacidade, aumento de latência, perda de pacotes e lentidão em aplicações críticas. Além disso, projetos de IA, expansão de servidores e replicação de dados aceleram a necessidade de upgrade.
A tecnologia 100GbE evoluiu bastante e hoje oferece opções mais eficientes, como módulos QSFP28 e modulação PAM4, que aumentam a capacidade e reduzem custos operacionais. As soluções variam conforme a necessidade, desde conexões internas em data centers até links metropolitanos e de longa distância.
A transição pode acontecer de forma gradual, utilizando estratégias intermediárias como agregação de links 40G, breakout de 100G para 4x25G ou arquiteturas híbridas com 100G no core e 50G na distribuição.
Antes da migração, é importante verificar compatibilidade entre switches, módulos ópticos e cabeamento, especialmente em fibras multimodo e monomodo.
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